Hoje o céu estava lindo e eu estava sem câmera

Pela primeira vez estou trabalhando ao lado de uma janela. Já fiz isso home office antes, mas isso é outra coisa. Em casa tenho o processo criativo sempre mais liberto do que no trabalho, fora as intervenções de quem é aficionado por produzir conteúdo.

Quem me conhece logo se depara com minha paixão pelo seu e meu amor incansável pela Lua. Perceber o céu e o que ele apresenta, sempre será um momento de paz no meu dia. Seja por segundos ou minutos. Olho para o céu, logo descanso.

A princípio trabalhar ao lado de uma janela me pareceu estranho. Todas as agências que trabalhei me apresentou um ambiente tão fechado e fora do mundo que não percebia a hora passar a não ser pela fome. Vivi. Sobrevivi e achava que era o lugar certo para estar.

Agora chego no trabalho e ao sentar a mesa abro a cortina e a janela que foram carinhosamente apelidadas pelos membros da equipe. Respiro fundo. Ouço a cidade. Aqui em São Paulo é triste quando dá pra ver a poluição andando pelo ar. A gente sabe que está lá, mas ver isso dá uma tristeza instantânea de saúde zero. Hoje estava assim. Respirar fundo foi desagradável. Ar seco. Sinusite batendo à porta.

O final do dia veio mais agradável. Uma faixa rosada passava pelo céu e parecia seguir como uma nota musical. Uma música clássica e suntuosa em meio ao caos. Esse tipo de música te faz esquecer o caos e concentrar apenas na melodia. Corri para a janela e observei São Paulo sendo tão incrível. Corri para pegar o celular. – Mas você já fez essa foto milhares de vezes, Jessica! Eu disse a mim mesma enquanto minhas mãos tentavam chegar até o celular. – Acabou a bateria!

Me frustrei tanto. Mas durou menos de um minuto. Lembrei que meu objetivo de andar sem o carregador do celular pra lá e pra cá, é pra eu desapegar das facilidades que ele me oferece, e do mundo que o celular me prende. Parei em frente a janela por um tempo e vivi aquela cena sem interrupção digital. Um céu inteiro a minha disposição, deslumbrante que só ele, estático para ser contemplado. Sem ticket de entrada ou politicagem.

Ví a Lua. Cheia. Tão próxima, tão poderosa. Quando cheguei em casa descobri que um fenômeno a fez a segunda Lua Cheia seguida no mês, o fenômeno é chamado de Lua Azul.

Fazer uma escolha e depois transformá-la em ação é um dos maiores poderes que já vivi. Tenho certeza que se eu decidir ver o meu redor todos os dias, e ficar menos tempo no digital, vou ver a vida acontecer de maneira mais surpreendente e poder ser participante ativa.

Meu passado não me condena!

– Nossa! Você voltou?

– Sim! Estou em São Paulo novamente.

– Puxa! Não deu certo lá né?!

Respirei fundo… Eu não fiquei nervosa. Na verdade, a resposta dela parecia ter trazido um alívio para mim. Sorri e com as palavras suaves, respondi:

“Deu certo sim. Por isso eu voltei!”, completei com um sorriso sincero, aquele  sorriso quando a gente morde um pedaço de um brigadeiro incrível. Um sorriiiiiiiiso. Ela me olhou curiosa e ficou sem entender. Sua testa franziu e sua sobrancelha parecia um ponto de interrogação. Ela tentou questionar novamente afirmando que minha experiência não havia dado certo. Eu mordi mais um pedaço do brigadeiro e me expliquei.

“Deu muito certo! Eu fui lá com um objetivo e concluí. Voltei mais preparada para enfrentar os meus objetivos aqui.” Eu entrei em detalhes mas não adiantou. Ela mudou de assunto e me observou curiosa enquanto eu caminhava naquele espaço.

Foi uma das primeiras vezes que eu respondi alguém sem querer me explicar para ser aceita. A minha frase demonstrava para a ouvinte que eu poderia estar sendo contraditória. Mas esse era o ponto de vista dela.

A questão levantada dizia a meu respeito apenas. Portanto, sem querer, manipulei a informação para que ela ficasse com um ponto de interrogação na cabeça. E assim ficou. Desenvolvi um pouco a história para ela ter um parâmetro melhor sobre o que eu estava querendo dizer. Mas não entreguei a conclusão.

Eu não me importo o que ela concluiu, não querendo ser ignorante. Mas… alguns ensinamentos chegaram de maneira inesperada nesses últimos tempos. Entendi. Entendi que a minha história deve ser compartilhada de maneira seletiva. Um momento traumático por exemplo, não vou sair gritando aos cantos. Vou procurar as pessoas que podem me ajudar a entender a situação.

Por isso nós temos grupos de amigos. Cada indivíduo representa algo para a nossa história. E a cada um lhe cabe a função em que o nível de intimidade o relacionamento se encontra.

Aquela mulher comprava bolos na loja em que trabalhei. Ela sempre simpática, torcia para o meu futuro profissional. De uma maratona que corri, compartilhei apenas o passo que ela sempre tentou caminhar comigo. Me senti grata. De passo em passo, estou pronta para percorrer mais uma maratona.

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Mundo de Narnia

Foi em outubro quando comecei a ler As Crônicas de Narnia. Minha determinação em ler o livro partiu do meu conhecimento em que C.S.Lewis foi melhor amigo de J. R. R. Tolkien. Os dois estudaram juntos a literatura fantástica, partiram de um mesmo ponto de partida, e thank God! Seguiram em diferentes direções.

Chegava no trabalho contando alguma história do livro. As pessoas logo sabiam do que se tratava. Irritei muito gente, eu acho. Tantas páginas, histórias, personagens e ensinamentos, eu sentia vontade instantânea de compartilhar o que eu aprendia.

Comprei o livro em 2010, e só o li de fato em 2014. Lembro que peguei a primeira página e a li desinteressada. “Poxa! Que livro chato!”. Eu e o C. S. Lewis não entramos em concordância com sua forma de apresentar a história. 4 anos depois, já com 24 anos nas costas, eu vivi Narnia por inteiro e trouxe conclusões para a vida.

No começo de 2015 a Letícia me mandou uma mensagem, dizendo que eu precisava estar em Cascavel em maio. Corri para entender a mensagem e logo ela que me conhece tão bem, de tanto tempo de amizade, me convidou para participar do evento O Mundo de Narnia, que homenagearia a obra.

Foram madrugadas de produção e uma correria de achar a voz para transmitir minha experiência com Narnia. Mas deu certo. Os correios entregaram a tempo e o evento foi um sucesso. Tive que acompanhar o evento daqui de São Paulo, e tive todo o apoio de amigos. Isabella foi até lá e me mostrou o evento todo pelo facetime. Deu até para interagir. O mais engraçado foi um amigo dizendo depois. “Eu te vi lá em Narnia. No facetime!”. Vou levar essa frase para a vida.

Eu montei uma mesa para o Chá do Mr. Tumnus. A mesa conta a história das crianças que são levadas a Narnia. E ainda, um caderno sobreposto no meio da mesa, tinha um pequeno texto indicando a pessoa presente, qual o papel dela em Narnia. Usei do minimalismo e interação direta para compor a mesa.

A realeza de Narnia inteira participou do chá e compuseram o espaço que criei. Não tenho tanto detalhes em fotos dos elementos da Mesa, mas… os Reis de Narnia tomaram chá lá. Realização da vida né?!

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Detalhes que compõe a Mesa A Profecia

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Detalhe da parte de cima da obra Mesa A Profecia

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Obra: Mesa A Profecia Artista: Jessica Tavares

 

Fotos: Divulgação O Mundo de Narnia

 

Desde 1995

16 de junho de 1995. Antes de olhar a minha própria certidão de nascimento, eu comemorava o aniversário na data errada. Nasci no dia 18 de junho, mas dia 16 era só festa na vida. Completava 5 aninhos de vida, morava em Itajubá em Minas Gerais.

Cheguei em casa e a família toda esperava com a surpresa. ‘Parabéns pra você! Nesta data queeerida!’ Nunca fui boa com supresas, sempre descubro. Mas como o teatro estava na veia, agi com surpresa e recebi abraços de comemoração. Nenhum presente foi tão interessante como a fita que o tio Pedro me deu. Lado A, Backstreet Boys. Lado B, Nsync.

Só as radios ilustravam meu amor infantil e sincero pela banda. Agora com uma fita no meu radinho portátil, ninguém tirava da minha cabeça que BSB era uma das melhores coisas de todos os tempos. Aos 17 anos comprei o CD Never Gone no Wall Mart, ouvi todas as faixas em casa como quem vive cada letra. Minha mãe não entendia o porquê de sua filha adolescente insistir em escutar uma música tão deprê.

Só percebi no show que Backstreet Boys é um dos motivos por eu ser uma romântica. Que manda cartas, faz desenhos e escreve poemas para quem faz o coração pulsar. Está aí uma coisa que não gosto de admitir. Sempre associei o romantismo ao pensamento negativo das pessoas dizendo: “Ah, Jessica. Você é tão romântica. Não entende as coisas.”. Tomei essa baboseira como verdade por tanto tempo. Me construí coração de pedra, mas sou mesmo coração derretido.

Duas horas de show, uma qualidade vocal impressionante. Quarentões que dançam e pulam sem perder o fôlego. Atenção com o público. Versão acústica de músicas marcantes. Você não espera ser impressionada assim, pela banda da sua infância. Mas o sonho é tão incrivelmente poderoso que eu e a Bru, e as outras 7mil pessoas, saímos de lá, extasiadas, quase desacreditas por ter recebido tamanho espetáculo da banda da infância.

Além de ajudar a construir minha história. Amores e desamores. Felicidades e tristezas. Histórias sem fim e histórias instantâneas. Backstreet Boys foi o meu sonho desde o aniversário de 5 anos. Minha realização no aniversário de 25 anos. Parte da essência e uma vida inteira. Uma história que vivi sem medo. E assim quero ser, com todos parágrafos, pontos, vírgula e interrogações que encontrar no meu caminho.

 

Se você está feliz e você sabe, bata palmas!

jessica tavares - retalho da vida - bsb - backstreet boys

Backstreet Boys estavam a algumas horas de distância de entrar no palco. Eu e a Bruna, ansiosas que só nós duas, começamos a gravar um vlog no ônibus. Ahhhhhhh! Acho que era a única coisa que eu sabia dizer. Onomatopeia referente a excitação e ansiedade.

Continuamos o vlog até a fila, a entrada e minutos antes do show. Quando as luzes se apagaram, eu ouvia gritos e avistava celulares. Mas menino! Cadê os caras?! Entre braços, telas de led e mãos alvoroçadas eu via algum membro da banda aqui, outro ali. Segui o fluxo, levantei o celular o mais alto que consegui e assisti ao show na ponta dos pés. Bom, consegui ingresso só para a pista. Para o show que esperei a vida inteira, eu estava muito feliz, sem ar, sem pé, sem braço, e rindo a toa.

Entre uma música e outra eu tentei bater palmas. Coloquei correndo o celular no bolso e bati palmas loucamente. Mas… mas… cadê as palmas?! Os caras estão arrasando no palco e ouço apenas gritos. Voltei para o show, curti e tentei bater palma. Dessa vez, segurando o celular no alto e batendo uma mão nos braços. Ah! É isso!

O fã do século 21 não está preocupado mais em apenas dar um feedback momentâneo para o seu ídolo. Ele deseja ter um relacionamento com a banda que foi ver. Não só registrar o momento e ter uma história para contar, mas usar essas mídias como moeda social e atrair um engajamento para sua história.

O ato de levantar o celular na hora de receber a atração tão esperada, implica em algo muito maior do que apenas curtir o show. “As pessoas hoje em dia não sabem curtir”. Cara! O mundo mudou, a tecnologia tomou conta, e a espera por uma aproximação com o ídolo é o que move os fandoms. O artista que investe um pouco em social media, ganha muito mais quando é responsivo aos fãs, do que àquele que escolhe se manter fora das redes.

O Brasil pediu pelo twitter, o Backstreet Boys respondeu. Fez três shows lotados em São Paulo, abriu after party e tudo o que as fãs brasileiras tiveram direito. Cada benefício teve seu preço, o que é um assunto para outra hora. Mas teve. Tudo! Porque o pedido de um todo através da rede social, teve um impacto internacional e um sim na hora certa.

Ir ao show da vida, é muito mais do que estar com as mãos levantadas e bater palma no final. É viver o ontem, o hoje, o amanhã e levar essa história pelo tempo que escolher. Ter todo um aparato para ilustrar uma história e um momento para reviver, até não conseguir mais guardar as lembranças.

Bati palmas, gritei, tirei 536 fotos, a maioria bem blurry, sem olhar para a tela. Mas cantei todas as músicas, revivi a minha vida inteira através da timeline de músicas que eles cantaram. Fiz amizades momentâneas, de cantar a mesma música emocionada e depois a pessoa sumir na multidão. Estreitei laços com uma colega de tempos atrás, que será amiga de tempos a frente. Dancei, gritei, e tenho um momento tanto esperado para reviver sempre.

Se você está feliz, bata palmas! Dizia a música infantil. Eu digo, se está feliz, viva! Do jeito que lhe fizer bem, da maneira que o fizer sorrir, com a liberdade que te faz sentir. Grave, fotografe, cante, dance, grite. Preocupe-se com a vida que é unicamente sua!

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Quando as cores te chamam

Ela disse, ‘- Meu lugar é nas montanhas!’. Seu coração ardia pelo verde em abundância, o marrom palpável e o azul sem fim.

Chuva nenhuma apagou o fogo que a chamava para longe. Seu anseio não a impedia de viver. Apenas a chamava para algo que ainda não sabia, mas ardia, ardia.

Quando seus pés voltaram ao lugar da infância, verde, marrom e azul se encontraram. Não mais lembrava, mas seu lugar era sim nas montanhas. Ela nasceu de lá. Entre morros verdes e marrom, onde o topo só se via azul. Seu início era montanha, sua essência é montanha.

É frio onde ela está, rocha são os seus pés. Quente o coração e cores, ah! As cores brotam de suas mãos!

Peça: Caneca Mountain

Projeto: Paper is NOT the Limit

 

jessica tavares - paper is NOT the limit

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Um erro é um erro. Não é uma vida inteira!

Passei nove meses pagando uma dívida que com muita falta de planejamento eu adquiri. Vivi um ano com esse dívida rolando sem a perspectiva de conseguir pagar. Morando em São Paulo, o salário do trabalho me mantinha para o mês, nada mais. Foram tempos muito difíceis e eu não tinha coragem de admitir o erro.

Tudo na vida acontece a partir da escolha. Se você quer mudar de vida, você tem que tomar uma atitude a respeito. Não precisa ser um grande passo, desde que você se arraste e saia um milímetro do lugar a cada dia, e lute para mover esse milímetro diariamente. O seu mundo não será mais o mesmo.

Antes de me mover, eu precisei admitir. E confesso, não há parte mais difícil do que essa. Você olhar para o seu erro e dizer em voz alta que “Eu estou errando”, ahh meu querido! Não tem orgulho que sobreviva a isso. Caminhei meio milímetro. Depois eu precisei descobrir o motivo disso acontecer. Foi aí que eu precisei trocar de pele como uma cobra faz. Desvesti o meu orgulho e disse com voz trêmula e coração doído: – Eu preciso de ajuda!

Quando você melhora algum aspecto sobre sua personalidade, ego, vício, mania ou o que quer que seja, significa que você criou consciência do que está acontecendo. O erro pode bater a mesma porta novamente, mas sua consciência avisa que seus pés já passaram por aqueles obstáculos. A estratégia nesse caminho em diante, é buscar fortalecer esses pontos que o fazem tropeçar. Amarrar o cadarço, dobrar a barra da calça ou até mesmo trocar de tênis. Fazer o que for possível até conseguir passar por aquele caminho, como se não houvesse obstáculo alí.

Acredito que estamos na Terra para evoluir. Um objetivo tão simples e diário: buscar ser um alguém melhor e conhecer esse alguém sem ter medo de chamar de eu. A perfeição é uma metáfora para uma charada ainda desconhecida.

Eu perdi o medo de me olhar no espelho. Me enfrento diariamente e luto para dizer não, que é erroneamente interpretado como uma palavra negativa. Digo não para trazer ao meu eu, uma vida mais leve, saudável, de buscas, encontros e aprendizados. Não se permita vestir o erro como um salto 15 caminhando na lama. Ande até dançar na lama com suas botas resistentes.

Eu não leio críticas

“- Sai da internet e vai escrever sobre o Hobbit no blog, Jessica!”, esse foi um comentário de um amigo na minha timeline no facebook. Eu tinha um outro blog e escrevia sobre arte e cultura no geral. Sempre gostei de ter conteúdo próprio, então, todos os textos eram originais. Quando escrevi sobre o filme, tentei escrever para instigar as pessoas a assistir. Falei sobre os pontos fortes e o que eu senti. Falava indiretamente da história e assim, cada leitor tinha que chegar a sua conclusão, mas para isso, ele precisava ter a experiência própria de assistir.

Um outro amigo me disse que deixou de assistir a um filme porque seus críticos favoritos escreveram um bad review. Eles não gostaram do filme então porque ele deveria assistir?! Eu achei bizarro! Cadê a opinião dele nisso tudo? Ele só poderia chegar a uma conclusão se o filme era ruim ou não, se de fato, assistisse. Eu o indaguei. Ele ficou confuso. Eu, perplexa.

Instagram é um dos meus lugares prediletos. Comecei ele com a cobertura da Bienal do Livro em São Paulo. Fotos nada produzidas, apenas a preocupação de produzir conteúdo. Continuei fotografando e me desenvolvendo melhor na fotografia, produzindo fotos mais elaboradas. Uma das ‘categorias’ que desenvolvi veio sem querer. Fotografar os livros que gostei de ler e fazer um breve comentário sobre eles. Deu certo.

Não leio resenhas sobre livros. Assim como não leio críticas de filmes. Prefiro a experiência de entrar na história. Depois pesquisar sobre a produção, o processo criativo, e então formar a minha opinião a respeito. Gosto muito de conversar sobre, isso abre a minha mente e me mostra um outro lado.

No momento não pretendo fazer resenhas de livros. Vou continuar fotografando-os. Imprimindo na imagem, as sensações que a leitura me levou. Confira fotos de alguns livros que me marcaram e me siga no instagram para acompanhar as próximas postagens. @_tavaresjessica