Tenho me descoberto no minimalismo. Antes, apenas uma paixão pelo preto e branco, acabei desenvolvendo minha técnica. Depois, a mudança no estilo de vida. Só então fui pesquisar a fundo sobre o assunto.

Ainda há muito o que entender, mas minimalismo fala gentilmente no ouvido que o “pouco é mais”. Desde o pensamento, até o relacionamento, os desenhos e as escolhas diárias. Tão simples viver bem, basta perceber.

 

jessica tavares- minimalismo - retalho da vida

jessica tavares- minimalismo - retalho da vida

Energia que dá gosto!

– Vamos fazer aquele doce que tem nutella dentro?

– Vamos!
Mais ou menos umas três horas para dar conta de fazer docinhos para 10 pessoas. Coisa simples, só família. Mas do melhor. Porque a gente deseja as coisas melhores, para aqueles que mais amamos. Todo mundo almoçou e eu e Thais fomos para a cozinha terminar o bendito de nutella. Um copo de gelo com energético foi necessário para manter a boca ocupada. E não devorar o docinho.

A tia fez questão de acompanhar o processo pra ter certeza de que só o energético entrava na boca. O resto da galera estava a espera. Copos sendo consumidos antes de que tudo ficasse pronto. O suporte de plástico verde foi o escolhido. Essa é a cor predileta do meu pai.

– PARABÉNS PRA VOCÊ! NESTA DATA QUERIDA…

Bom, depois disso foram só abraços, e balões estourando. E uma fúria de titãs nos doces que nem duraram horas. Foi assim, direto pra estômago.

Jessica Tavares - Retalho Da Vida

Jessica Tavares - Retalho Da Vida

Jessica Tavares - Retalho Da Vida

Jessica Tavares - Retalho Da Vida

Jessica Tavares - Retalho Da Vida

 

Decidi compartilhar com você

Caro leitor,

Esse post é direcionado  a pessoas específicas. Gostaria de poder escrevê-lo para todos, mas perderia todo o sentido.

Você que recebeu um livro e chegou até aqui, fico contente pela sua curiosidade. Meu objetivo era instigá-lo.

Bom, você recebeu um livro que já li. Talvez ele tenha até algumas anotações, mas eu lhe asseguro que todo o carinho ele teve, enquanto esteve em minhas mãos. Para ele chegar até você, eu tive que enfrentar várias teorias. Quando comecei a ler para valer, aos meus 13 anos mais ou menos, eu desejei ter a minha própria bilbioteca. Acho que é uma das coisas que mais amo olhar: pilhas de livros. Gosto de viajar pelos títulos. Vejo a minha mente sem limites.

Recentemente me mudei de casa. Ao abrir as caixas, me deparei com livros em mais de 5 caixas. Normalmente eu me sentiria feliz, mas não foi assim. Eu já me mudei várias vezes e me desfaço de tudo, menos dos livros. A pilha só cresce e eu ainda não lí todos. Isso fez de mim, mais apegada do que eu imaginava.

Há dois anos eu tinha a ideia de não manter os livros. Fui à um sebo e vendi alguns exemplares. A sensação foi de tristeza e arrependimento. Guardei os outros e mantive caixa a caixa em cada mudança.

Depois de muito questionamento, e de ouvir teorias de outras pessoas. Tive que tomar uma decisão. Meu apelido na faculdade era ‘traça’. Não podia ver um livro que eu já estava folheando e pedindo emprestado.

Decidi que preciso deixar os meu livros ir. Tive que praticar muito desapego nos últimos tempos, resolvi aplicar isso como objetivo de vida. Viver e compartilhar acho que é a melhor forma de se encontrar.

Você recebeu um livro por um motivo. Ao lê-lo ou ao separá-lo para compartilhar, eu vi em você um potencial para ser o novo dono. Receba essas páginas como um tesouro, essas páginas foram muito amadas pelo antigo dono. Indico a você esta leitura, e desejo que você compartilhe com outrem um dia. E assim, os livros sempre possam seguir seu rumo. Levando conhecimento e histórias.

Frozen: Uma aventura no tempo

A animação mais famosa da Disney do últimos tempos, ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’, está ganhando cada vez mais espaço em várias mídias. Já ganhou prêmios. Vai ganhar uma continuação literária, com dois títulos de livros já anunciados. Uma série já  reproduziu a história; E aos poucos a Disney está divulgando os novos produtos que estão faturando com a produção.

Tudo o que somos quando crescemos, é um reflexo do que aconteceu quando ainda crianças, jovens. Desde o momento que estamos na barriga da mãe, estamos sendo formados. Ao nascer, não assimilamos as coisas que nos são faladas. Mas somos observadores por natureza. Uma criança presta atenção no que um adulto faz, e as imagens ficam gravadas na cabeça, para um dia, reproduzi-las.

Concluímos facilmente que o começo de uma história é mais do que essencial para que ela chegue a algum lugar. Um empreendedor precisa investir e planejar, antes de começar a vender. O arquiteto precisa estudar o local, para então criar uma planta. E por aí vai. O meio é a consequência de um começo.

A história das irmãs Elsa e Ana, ganhou um olhar romântico sobre o companheirismo fraterno. O motivo pelo qual toda a trama se desenvolve, ou seja, o começo do filme ainda não foi tão comentado. Aliás, o assunto passou batido. Os pais desesperados para garantir a segurança de uma criança, sacrificam a outra a se trancar num mundo, onde ela não vai aprender a lidar com os problemas, e vive uma vida de medo, lutando com suas dificuldades, como se fosses defeitos crônicos. O filme Frozen só acontece, pois os pais, negligenciam o poder de educar que têm em mãos.

Educar uma criança está longe de ser uma tarefa fácil, mas o estar presente, o acompanhar e vivenciar, é um caminho para evitar uma trama mais dramática nos passos seguintes. Descobrir o mundo por si só é algo que todos nós vamos enfrentar. Mas ter um lugar onde sempre apoiar, é ainda, a melhor maneira de seguir em frente.