Crônica da mulher moderna

Essa coisa de que a mulher moderna está sempre linda, maravilhosa, sem um risco na roupa, sem uma mancha de café e o cabelo sempre lisinho, não tem o carro bagunçado e arruma a cama na hora que acorda, é balela.

São tantos os compromissos e responsabilidades que a mulher já acorda tomando banho e precisa colocar a roupa do dia todo, tem que colocar o sapato pra sair de casa pra poder correr sem machucar o pé, mas carrega em uma das bolsas duas opções de sapato, uma para usar no trabalho e a outra para encontrar o boy, os amigos depois de trabalhar. Toma o café tão rápido que às vezes alguma roupa cai na camisa branca, aí precisa usar um blazer num dia quente, pra não mostrar que é A desastrada. Coloca vários batons na bolsa para depois pensar qual é o humor do dia, e qual cor combina com os lábios. A garrafa de água sempre pesa na bolsa, mas é indispensável, pois ela se sente insaciável.

Não é que ela está atrasada, é que a mulher moderna tem mais atividades do que seu tempo permite, e ela gosta tando de pegar projetos, de trabalhar, de ser a psicóloga dos amigos, ser a profissional exemplar, gosta de uma bebida no final do dia, e ler emails, postar fotos, mandar zueira pelo whatsapp, fazer ligações só pra dizer oi, ajudar a resolver problema dos outros, ler três livros ao mesmo tempo, colocar metas e objetivos enquanto toma banho, que 24 horas nunca serão o bastante, mesmo que ela esteja pontual para tudo que precisa fazer. Ela gosta é de se ocupar, e é apaixonada por isso.

A mulher moderna tem tanto na cabeça que chega no trabalho com o cabelo desarrumado, sorriso no rosto, uma bolsa, uma mochila, a sacola da costureira, o livro do dia, falando no celular, papel e caneta entre os dedos, porquê o caminho entre o ônibus e a porta do trabalho, ela teve uma ideia pra colocar no papel. Ela respira fundo e senta na sua mesa para recomeçar toda a correria.

Ela anda bagunçada mas está sempre em dia. Ri de nervoso e chora de alegria. Seu cabelo desarrumado representa seu espírito livre. Está preocupada mesmo em terminar o serviço, concluir o projeto, ler mais um capítulo do livro, fazer os outros rirem, abraçar e tudo o que seu coração explosivo sente vontade de fazer.

O padrão de beleza está ultrapassado. Beleza é ser o que se é e sentir segurança nisso. O jeito de se vestir é atitude e não regra, o corpo é único, cada um é o que é. Se desagrada o olhar, simplesmente não olhe, se não faz o seu tipo, não se envolva. Padrão é quadrado, eu quero é ser todas as curvas, voltas, linhas, cores e devaneios que puder!

Jessica Tavares
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Desenho do dia: Flores no cabelo #paperisnotthelimit

No aniversário do meu pai preparamos uma surpresa para ele, então minha irmã Thais, levou lindas flores para compor a mesa. – Eu e minha sogra colhemos lá na roça. Ela nos contou feliz. Eu fiquei tão encantada com a ideia de ter um jardim em que pudesse colher flores sempre que quiser. Até sonhei por alguns segundos em ter uma casa no campo.

Dois dias se passaram desde a festa, e eu queria secar as flores para torná-las arte mais tarde. Lembrei da história das flores e chamei Thaís para deixar eu fazer arte em seus lindos cabelos negros.

Doce que ela é, topou na hora! O Nicolas, meu sobrinho e filho dela, queria desenhar também mas ele ficou com uma parte importante do trabalho: desarrumar tudo. rsrs Ele se divertiu fazendo isso, então acho que todos saíram satisfeitos, certo?!

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Titia Jessica faz arte no cabelo da mamãe, e é o Nicolas que ajuda a limpar. rs 😉

O projeto Paper is NOT the limit consiste em produzir o mesmo desenho com técnicas e materiais variados e alternativos na busca por criatividade e aperfeiçoamento artístico.

Confira mais obras do projeto: Paper is NOT the limit

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Desenhando com conchas #paperisnotthelimit

Ainda em clima praiano e com muita saudade de Iriri e das experiências que vivi lá, o #paperisnotthelimit dessa semana eu desenhei com conchas na minha perna.

Eu tinha visto uma imagem no instagram há muito tempo atrás, de uma garota que colocou conchas no braço e fez uma foto bem linda com o mar ao fundo. Quando estava tomando um sol na praia da Costa Azul, me lembrei desta imagem, rapidamente peguei algumas conchas e comecei a desenhar na perna.

Foi algo tão simples e rápido de produzir, gostei bastante do resultado e a paisagem ajuda também né?!

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O projeto Paper is NOT the limit consiste em produzir o mesmo desenho com técnicas e materiais variados e alternativos na busca por criatividade e aperfeiçoamento artístico.

Confira mais obras do projeto: Paper is NOT the limit

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Você tirou meus quadros da parede

Toda vez que a gente se via, parecia que o momento era infinito. Meus pés flutuavam e eu não tinha receio de olhar para os lados. Tudo que era difícil de enfrentar sozinha, ao seu lado, não parecia mais assustador. Sua presença sempre me dava forças.

Cada dia que passava, as palavras ficavam mais fáceis de sair da boca. O sorriso era constante. Algumas coisas que falava, me tirava do sério instantaneamente mas você não dava bola para o meu mau humor, brincava e logo tudo estava bem.

Nunca imaginei que nossos passos seriam tão coesos juntos. As nossas diferenças insistiam em nos fortalecer. Até as mãos foram dadas, coisa que você insistiu em não ter gostado antes de fazer e eu de receber.

Mas toda história tem seus pormenores, e contos de fadas eu não acredito que existam. As circunstâncias ao nosso redor diziam que não era hora de estar ali, tudo estava bem, em perfeita sintonia, mas o momento não nos pertencia.

Parece que foram anos os nossos passeios pelas ruas, mas o tempo foi pouco. Pouco demais. A intimidade, a vontade de ficar e a liberdade ao seu lado, foi algo que nunca antes eu senti. Mas o tempo… ah o tempo! Não foi o bastante para eu viver tudo ao seu lado.

O tempo passou e eu me vi caminhando nas ruas sozinha, o telefone me dizia que você estava sempre lá mas nunca aqui. Quando me dei conta, as molduras que eram a base para cada história que criamos, caiam rachadas ao chão. Não tive forças para concertá-las. Até tentei colocar cola algumas vezes, mas não tinha a mesma força e voltam a quebrar.

Um dia, olhei as paredes que nos mantiveram juntos, e meus quadros não estavam mais ali. Por algum motivo eu acho que foi você quem tirou dali, mas eu não tinha certeza se eu mesma não tentei fazer isso.

Caminhei a contra gosto para o lado oposto. Por algum motivo que ainda não entendo, eu me senti aliviada por estar indo finalmente embora.

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Pé na areia, desenho no chão

Acredito que a renovação vem diariamente, o recomeço é agora, é a qualquer momento, é quando tomamos a decisão de que há a necessidade de mudança e vamos lá modificar.

Outro dia, passeando com a família, levei-os até uma praia que gosto muito, a praia dos Coqueiros em Anchieta no Espírito Santo. Logo que desci do carro, me inspirei pela linda paisagem, admirei o verde e o azul e lembrei da última vez que estive ali. Lembrei de como eu era diferente, como as coisas caminharam e quantas coisas ficaram para trás.

Com a ponta dos dedos dos pés, eu desenhei rapidamente na areia, enquanto passeava feliz em minhas memórias. Olhei para o chão e decidi que precisava mostrar mais meu trabalho, meu desenho, minha arte, a coisa que mais amo fazer no mundo.

Então a partir de agora, você vai acompanhar meu projeto Paper is NOT the limit semanalmente aqui no blog Retalho da vida.Aí eu descobri que renovação também se trata de comprometimento consigo mesmo, com os sonhos, objetivos de uma vida. O que você vai renovar hoje, para conseguir seu objetivo amanhã?

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O projeto Paper is NOT the limit consiste em produzir o mesmo desenho com técnicas e materiais variados e alternativos na busca por criatividade e aperfeiçoamento artístico.

Confira mais obras do projeto: Paper is NOT the limit

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Uma história inspirada pelo Chivas

Quando quer descansar a cabeça de uma semana cheia, ou quando quer comemorar uma semana produtiva. Quando quer assistir aqueeele UFC porreta ou quando recebe visitas em casa. Na reunião de trabalho ou num dia casual. Não é nada exagerado, mas com o copo certo e a dose que é o bastante, o Chivas está presente na vida do meu pai.

Ainda lembro de quando ele me explicou o processo de produção do whiskey, disse como apreciava todo o contexto, e entre as histórias saboreava a bebida com muito apreço em seu olhar.

Dia 27 de dezembro foi aniversário dele, e para comemorar, nós filhos, Eu, Thais, Carol e Flavio, Nicolas que é o primeiro neto e Pedro, o genro, preparamos uma pequena surpresa e a decoração foi composta pelas garrafas vazias de sua bebida predileta.

O Chivas 18 anos foi presente e a primeira vez que experimentou. Não foi logo ali no aniversário, dias depois ele pegou seu copo predileto e abriu o Chivas para compartilhar com os filhos. No olhar dele estava a alegria de poder ter um momento tão único com os filhos, apreciando uma uma bebida que tanto gosta.

Agora com os filhos crescidos, cada um seguindo seu rumo na vida, Eugmar, meu pai, pode ser ainda mais o melhor amigo, companheiro e com um brinde tão especial em família.

Se eu pudesse, comprava todas as edições de Chivas para meu pai experimentar e colecionar. Mas deixo aqui minha singela homenagem do apreço do melhor pai do mundo. Que muitos aniversários venham e muitas doses saborosas para sua vida, pai!

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Ciroc assinada por Jessica Tavares

Calma! Calma! Eu não assinei uma garrafa Ciroc ainda. Esse é mais um desenho para o meu projeto, Paper is NOT the limit. A garrafa estava dando bobeira aqui em casa e eu decidi que ela precisava de um toque de Jessica.

Aí já deixo a ideia para a Ciroc de me contratar para assinar uma garrafa deles. Que tal?!

Aproveitei o degradê da garrafa e fiz uma textura leve, arredondada, para comunicar com a marca. Espero que gostem!

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O projeto Paper is NOT the limit consiste em produzir o mesmo desenho com técnicas e materiais variados e alternativos, na busca por criatividade e aperfeiçoamento artístico.

Confira mais obras do projeto: Paper is NOT the limit

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Eu nasci amor

Quem olha os assuntos que eu defendo energeticamente, não sabe o que há por trás do meu coração.
Esse jeito sério de me expressar, esse desejo pelo inverno, que é frio assim como o meu falar às vezes.As pessoas observam como eu lido com a vida e não sabem o que se passa aqui dentro.

Na verdade o que importa é o calor que existe no meu coração.
É o brilho nos meus olhos quando você chega.
É o desejo ardente que sinto todas as vezes que você me abraça.
É essa vontade de você que não passa.

O que importa mesmo é que eu nasci  amor.
Nasci para amar.
Para amar as palavras e te dizer todos os dias o que se passa aqui dentro.
Para sonhar com um futuro onde até o inverno perde a graça, pois é no seu calor que eu quero viver.
No seu amor.
No nosso amor.

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Confira o meu trabalho na fotografia: where-thelight.tumblr.com

Jessica Tavares
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